Quinta-feira, Fevereiro 17, 2005

A alguma coisa ele teria de fazer bem... 

Café pode prevenir o cancro do fígado

O café pode ajudar a prevenir o tipo mais comum de cancro do fígado. A hipótese foi avançada pelo estudo de investigadores japoneses divulgado ontem nos Estados Unidos. A investigação abrangeu 90 mil japoneses e constatou que os que bebiam café todos ou quase todos os dias corriam metade do risco do que os que nunca o faziam. O efeito protector foi detectado nas pessoas que ingeriam uma ou duas chávenas de café por dia e aumentava se a dose fosse de três ou quatro.

Notícia completa no DN de 17/02/2005

Sexta-feira, Janeiro 07, 2005

Abriu O Novo Café 

Com nova Gerência!
A sua morada é http://onovocafe.blogspot.com/
O abatanado deseja boa sorte e muito anos de vida a este blog!

Quinta-feira, Novembro 11, 2004

Portugal pede apoio para candidatura a sede da Organização mundial do café 

"O secretário de Estado português da Ciência e Inovação, Pedro Sampaio Nunes, pediu hoje aos ministros da Ciência e Tecnologia da CPLP o seu apoio para a candidatura de Lisboa a sede da Organização Mundial do Café.

O pedido foi formulado durante a III Reunião dos ministros da Ciência da CLP que hoje juntou em Maputo representantes de Angola, Brasil, Moçambique, Portugal e Timor-Leste.

Em declarações à Lusa, Sampaio Nunes anunciou que Portugal vai em breve apresentar a sua candidatura através da União Europeia, que coordenará as demais propostas de cidades de países membros para substituírem Londres como capital daquela organização.

No espaço europeu, já foram anunciadas as candidaturas alemã e espanhola para sede da Organização Mundial do Café. O secretário de Estado português adiantou que o pedido foi aceite "com grande receptividade" pelos seus pares presentes na reunião de Maputo da CPLP."
In: Lusa

Terça-feira, Outubro 05, 2004

Loulé: Café Calcinha será imóvel de interesse municipal 

"A estátua do poeta António Aleixo, localizada em frente ao Café Calcinha, na baixa comercial de Loulé, é reveladora, para quem ali vai pela primeira vez, de que o estabelecimento era um dos locais onde o mais famoso poeta popular algarvio desfilava as suas sábias quadras, muitas vezes em tom de réplica mordaz e subtil a quem o desafiava.

Era também à mesa do emblemático café, agora candidato a imóvel de interesse municipal, que Joaquim Magalhães - um dos vultos mais importantes da cena cultural da região, considerado o «descobridor» do poeta - apontava o que «saía da alma» de António Aleixo, consciente de que «aquilo era ouro». Enquanto isso, a tertúlia decorria, tendo como protagonistas nomes como Frutuoso da Silva, Bernardo Lopes, Bexiga Peres, Pedro de Freitas, Reais Pinto ou José Inês que, em três gerações, marcaram a história da cidade.

Hoje, o ambiente é outro, mas nas paredes do Calcinha há uma história viva e um reencontro aliciante com o passado que tornaram o estabelecimento num dos locais obrigatórios de visita para os turistas. Este facto levou a autarquia local a aprovar recentemente a proposta de classificação do café como «imóvel de interesse municipal».

O projecto será agora remetido para o Instituto Português do Património Arquitectónico (Ippar) para proceder à tramitação necessária à classificação.

A Câmara de Loulé considera que o Café Calcinha «tem um significado urbano de tal forma relevante ao nível da cidade que constitui o único espaço de tertúlia da qual fizeram parte figuras de prestígio da vida pública louletana e nacional». A par desde significado sócio-cultural, «o edifício do café enquadra-se no estilo Arte Deco, único exemplo ainda existente na cidade», sustenta a autarquia. Através destas duas funções, a câmara considera ser de «primordial importância preservar o futuro da memória colectiva, classificando o imóvel com os seus aspectos rememorativos de interesse municipal».

Verdadeiro testemunho vivo das estórias que têm feito a história de Loulé desde o início do século XX, o Café Calcinha - aliás, Café Central, seu verdadeiro nome de origem - é uma réplica perfeita de um seu congénere brasileiro que Prazeres & Reis trouxe e implantou na então vila algarvia, a 27 de Agosto de 1927.

HISTÓRIA. Toda a concepção interior, fortemente acentuada pelas sancas de madeira genuína do Brasil, reproduzem uma ambiência fiel a um certo cosmopolitismo que começou a despontar por influência da Belle Époque.

O Café Central, propriedade de José Domingos Cavaco, de alcunha «Calcinha», abriu as suas portas a 5 de Junho de 1929, tornando-se, desde logo, um dos símbolos da vida urbana e local de encontros, convívios e trocas das últimas novidades.

Para tal muito terá contribuído também o facto de ter sido equipado com o primeiro bilhar do Algarve, em meados dos anos 30. No seu interior, distribuíam-se mesas junto às paredes com um tampo de pedra, apropriado para as animadas partidas de dados e dominó, pretextos de lazer ou de negócios entre as figuras mais abastadas da altura ou outras proeminentes da vida económica e social de então.

Ricos à direita e pobres à esquerda
Inicialmente frequentado por uma clientela seleccionada e devidamente engravatada, o Café Calcinha foi abrindo gradualmente as suas portas a estratos socioeconómicos mais baixos. A vocação popular do estabelecimento regia-se, contudo, por uma regra bem definida que surgiu espontaneamente: o café abriu duas zonas, a da direita destinada exclusivamente à clientela mais rica e «fina» e a da esquerda aos mais pobres, não se misturando os dois grupos, apesar do convívio pacífico. Uma distinção de classes que se foi dissipando, como prova a presença assídua de António Aleixo, um mero vendedor de cautelas. Na época, já se cruzava ali a tertúlia do medronho, do capilé ou da ginjinha, das cigarrilhas ou onças de tabaco Virgínia.

No Diário de Notícias, 20 de Setembro de 2004

Sábado, Julho 24, 2004

Mais uma "manif" por telemóvel 

Protesto em Vila Real Contra a Destruição do Café Excelsior

"Manifestação de indignação pública. O Excelsior não pode ir abaixo". Era este o início da mensagem SMS que alguns cidadãos de Vila Real receberam durante este fim-de-semana nos seus telemóveis com o intuito de os mobilizar para uma acção de protesto em frente à autarquia local." [Público]

Sexta-feira, Julho 23, 2004

Tem sempre as palavras na ponta-da-língua? 

O café pode ajudar a ficar mais alerta, mas ao mesmo poderá ter um efeito nocivo na memória a curto prazo, revelou um estudo publicado na Behavioural Pschology. A cafeína pode dificultar a memória para palavras conhecidas, o fenómeno de «ter a palavra na ponta da língua».

Notícia do Diário Digital

Mais um Café em risco de desaparecer 

Desta vez é o Café Excelsior em Vila Real...

Lamego Hoje, 24/06/2004
Semanáro Transmontano, 24/06/2004
Público, 19/06/2004 e 17/06/2004

Sábado, Julho 17, 2004

A nova plantinha já causa problemas! (act.) 

"A descoberta de uma planta de café naturalmente descafeínada está a entusiasmar a comunidade científica e industrial, pela oportunidade de entrada no mercado do café de um novo e lucrativo produto. Mas a planta foi descoberta na Etiópia, berço mundial do café, por um cientista brasileiro, o que está a provocar uma guerra entre os dois países." [Correio da Manhã] [BBC Brasil] [Público]

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